O quarto contemporâneo como espaço de refúgio
Se existe uma palavra que atravessa as previsões para interiores em 2026, é profundidade. Profundidade de textura, de cor, de intenção. O morar contemporâneo passa por um movimento claro de afastamento de ambientes excessivamente neutros, lisos e performáticos, em direção a espaços mais quentes, mais humanos e mais conectados à experiência cotidiana. O quarto, nesse contexto, assume papel central.
No dormitório, essa mudança se manifesta de forma delicada e intencional. Tecidos táteis, volumes mais envolventes, cabeceiras generosas, cortinas com maior presença e uma iluminação cuidadosamente dosada passam a compor ambientes pensados para desacelerar. Cada escolha deixa de ser apenas estética e passa a contribuir ativamente para o repouso físico e emocional.
Essa transformação acompanha uma valorização crescente de espaços dedicados ao bem-estar dentro da casa. Seja por meio de áreas silenciosas, cantos de pausa ou ambientes pensados para a introspecção, o quarto deixa de ser apenas um local de dormir e se consolida como território de recuperação. Um espaço onde o corpo encontra abrigo e a mente pode, enfim, reduzir o ritmo.
O quarto contemporâneo, assim, se afasta do excesso e se aproxima do essencial. Ele valoriza o silêncio visual, a materialidade e a presença dos elementos, criando uma atmosfera que convida à pausa. Em vez de estímulos constantes, surgem camadas sutis: texturas que acolhem ao toque, volumes que envolvem e uma luz que acompanha os ciclos do descanso.
Na Cama Lua, o estofamento contínuo e o desenho envolvente transformam o quarto em um espaço de acolhimento, pensado para desacelerar e recuperar o corpo e a mente.
Essa mudança reflete um desejo mais amplo por ambientes que cuidam, em vez de impressionar. O conforto deixa de ser apenas físico e passa a ser sensorial, emocional e contínuo. Cada elemento do espaço atua de forma integrada, contribuindo para uma sensação de equilíbrio e tranquilidade ao longo do tempo.
Na Bell’Arte Dreams, o quarto é pensado exatamente a partir dessa lógica. Um espaço concebido para a permanência, onde o design não se impõe, mas acolhe. Onde formas, materiais e proporções trabalham juntas para permitir que o tempo desacelere e o descanso aconteça de maneira real e profunda.










